
Se você é gestor de logística, provavelmente já ouviu a frase: “é preciso reduzir o custo logístico, mas sem comprometer a qualidade da operação”.
Na prática, isso costuma significar fazer mais com menos, lidar com planilhas que nunca fecham, negociar fretes sob pressão e ainda garantir que o cliente receba os pedidos no prazo.
O problema é que cortar custos do jeito errado quase sempre sai caro. Atrasos, reentregas, avarias e retrabalho rapidamente anulam qualquer economia. Por isso, a redução do custo logístico precisa ser estratégica, baseada em dados e alinhada ao nível de serviço esperado.
Nesta matéria, você vai entender onde estão os principais custos da logística, quais estratégias realmente funcionam para reduzi-los e como equilibrar custo e qualidade sem colocar a operação em risco.
Antes de pensar em reduzir o custo logístico, vale responder a uma pergunta simples e essencial: você sabe exatamente onde está gastando mais hoje na sua operação?
Em muitas operações, os custos ficam espalhados entre contratos, planilhas e centros de custo. Isso dificulta a tomada de decisão e faz com que oportunidades de economia passem despercebidas.
De forma geral, o custo logístico costuma se concentrar em cinco grandes frentes:
Se você não tiver uma visão consolidada dessas categorias, a tendência é atacar apenas o frete, quando, na verdade, o problema pode estar na forma como a operação é planejada e executada.
Reduzir o custo logístico não depende de uma ação isolada. Na maioria das operações, o ganho vem de ajustes e decisões embasadas em dados reais.
Veja a seguir 5 estratégias para te ajudar a reduzir o custo e sem comprometer a qualidade da sua logística.
Não é possível reduzir aquilo que não se mede. Uma das maiores causas do custo logístico elevado é a falta de visibilidade sobre a operação.
Quando os dados estão espalhados em planilhas, sistemas diferentes e relatórios manuais, você perde tempo tentando entender o que aconteceu, em vez de agir para melhorar.
Ter uma gestão à vista permite identificar transportadoras mais e menos eficientes, rotas que geram mais custos, pedidos com maior índice de ocorrência e gargalos operacionais.
Além disso, a visibilidade ajuda a responder perguntas essenciais, como: qual cliente gera mais custo logístico? Quais regiões apresentam mais reentregas? E onde estão os maiores desvios de frete?
Com dados claros e centralizados, as decisões deixam de ser baseadas em achismos e passam a ser estratégicas.
O transporte costuma representar a maior fatia do custo logístico. Ainda assim, muitas empresas contratam transportadoras sem um planejamento adequado.
Escolher a transportadora apenas pelo menor preço pode afetar o nível de serviço com atrasos, avarias e reentregas, o que aumenta o custo total da operação.
Um bom planejamento envolve analisar prazos, performance e histórico de ocorrências. Também significa consolidar cargas sempre que possível, evitar urgências desnecessárias e definir regras claras para cada tipo de entrega.
Outro ponto importante é acompanhar o que foi contratado com o que foi faturado. Divergências de frete são comuns e, quando não são auditadas, viram custo invisível.
Com uma gestão mais estruturada do transporte, é possível reduzir gastos sem “sacrificar” a experiência do cliente.
Retrabalho é um dos custos mais silenciosos da logística. Ele aparece na forma de conferências duplicadas, ajustes manuais, correções de erros e reprocessamento de informações.
Essas falhas geralmente acontecem quando a operação depende de atividades manuais e controles paralelos.
Automatizar processos como cotação de frete, conferência de entregas e controle de ocorrências reduz erros, economiza tempo da equipe e aumenta a confiabilidade das informações.
Além disso, processos mais simples e padronizados facilitam o treinamento, reduzem a dependência de pessoas específicas e aumentam a escala da operação sem aumentar os custos.
Reduzir custo sem acompanhar o impacto no nível de serviço é um erro comum. Por isso, os indicadores precisam caminhar juntos.
Acompanhar apenas o custo por entrega ou o valor do frete não é suficiente. É preciso analisar outros indicadores como taxa de entrega no prazo, reentrega, tempo médio de entrega, ocorrências por transportadora e performance de entregas.
Quando esses dados são analisados em conjunto, você consegue identificar onde vale a pena investir um pouco mais para evitar perdas maiores no futuro.
O objetivo não é ter o menor custo possível, mas o melhor custo para o nível de serviço que o cliente espera.
Muitas operações tentam reduzir custos adiando investimentos em tecnologia. No entanto, a falta de um sistema adequado costuma sair muito mais caro no médio prazo.
Usar um TMS integrado ao ERP, como o Active OnSupply, permite centralizar informações, automatizar processos, reduzir falhas manuais e ter controle real sobre custos, prazos e performance.
Mais do que eliminar o trabalho manual e substituir planilhas, um sistema de gestão logística permite tomar decisões melhores, mais rápidas e baseadas em dados confiáveis.
Reduzir o custo logístico sem comprometer a qualidade da operação não significa apenas cortar despesas. Significa entender onde o dinheiro está sendo gasto, eliminar desperdícios e melhorar a forma como a logística é planejada e executada.
Quando a operação tem mais visibilidade, processos bem definidos e apoio da tecnologia, os custos passam a ficar sob controle, o nível de serviço deixa de ser uma preocupação constante e se torna um resultado de uma gestão mais organizada.
No final, reduzir o custo logístico é gastar melhor, e não gastar menos a qualquer custo. É tornar a logística mais eficiente, previsível e preparada para crescer sem perder qualidade.
Se você quer dar o próximo passo e ter mais controle sobre custos, prazos e performance, conheça agora o Active OnSupply. Com ele, você centraliza a gestão logística, automatiza processos e toma decisões com base em dados reais, reduzindo custos sem comprometer o nível de serviço.
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